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A meningite meningocócica (infecção das membranas que recobrem o cérebro) certamente está entre as doenças imunopreveníveis mais temidas. Ela é causada pela bactéria Neisseria meningitidis (meningococo) e é mais grave quando atinge a corrente sanguínea, provocando meningococcemia — infecção generalizada.
De 1.500 a mais de 3 mil brasileiros são acometidos todos os anos. Pessoas não vacinadas de qualquer idade são vulneráveis, mas no Brasil a doença meningocócica é mais frequente entre crianças. Mas este cenário vêm apresentando uma grande mudança em sua curva devido a vacinação das crianças.
São cinco tipos (sorogrupos) de meningococo causam a maioria dos casos de DM. São eles: A, B, C, W e Y. A importância de cada um varia conforme o país ou região, e também ao longo do tempo. O sorogrupo mais frequente no Brasil é o C, razão pela qual a vacina foi incluída em 2010 no calendário infantil do Programa Nacional de Imunizações(PNI). O sorogrupo B é hoje o mais predominante entre crianças. Em todas as faixas etárias é o segundo, atrás do C e à frente do W e do Y. O tipo A acontece pouco no Brasil.
A transmissão da doença meningocócica é feita por gotículas ou secreções do nariz e gargantas de pessoas contaminadas pela bactéria, ou seja, são necessários contato e convívio no mesmo ambiente. Algumas pessoas podem apresentar e transmitir a bactéria sem estar doentes.
Felizmente, essa bactéria não é tão contagiosa como o vírus da gripe, por exemplo, e não há transmissão por contato casual ou breve, ou simplesmente por respirar o ar onde uma pessoa com a doença tenha estado. Já os ambientes com aglomeração de pessoas oferecem maior risco de transmissão e contribuem para desencadear surtos.
Segundo o Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), cerca de uma em cada dez pessoas (dependendo da idade, até mais) é portadora do meningococo no nariz ou na garganta, sem apresentar qualquer sintoma.
IMPORTANTE LEMBRAR: A evolução da DM é muito rápida, com o surgimento abrupto de sintomas como febre alta e repentina, intensa dor de cabeça, rigidez do pescoço, vômitos e, em alguns casos, sensibilidade à luz (fotofobia) e confusão mental. A disseminação do meningococo pelos vasos sanguíneos pode produzir manchas vermelhas na pele (petéquias, equimoses) e até necroses que podem levar à amputação do membro acometido. O risco de morte pela doença é alto: 10% a 20%, podendo chegar a 70%, se a infecção for generalizada (meningococcemia). Entre os sobreviventes, cerca de 10% a 20% ficam com sequelas como surdez, cegueira, problemas neurológicos, membros amputados. O tratamento é feito com antibióticos e outras medidas de preservação do equilíbrio do organismo, em Unidade de Terapia Intensiva isolada.
Por ter evolução rápida e muito brusca para o organismo, a meningite meningocócica é imprevisível. Isso porque a proliferação das bactérias acontece rapidamente e, quando atinge o sangue, o corpo gera uma inflamação muito forte e tem uma queda brusca de pressão, entrando em choque.
Quanto mais cedo o tratamento no hospital for realizado, maior será a chance de cura. Porém, de 11% a 19% dos sobreviventes ficam com sequelas, que podem incluir perda de audição, amputação de membros, alterações neurológicas e cicatrizes na pele.
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A vacinação é a principal forma de prevenção da doença meningocócica. As vacinas são seguras e eficazes (em média, mais de 95% dos vacinados ficam protegidos), mas hoje se sabe que a proteção gerada pelas vacinas conjugadas (meningocócica C e ACWY) não é para toda a vida. O mesmo acontece com quem teve a doença, ou seja, a quantidade de anticorpos cai ao longo do tempo e o indivíduo deixa de estar protegido, daí a importância das doses de reforço, conforme as recomendações das sociedades brasileiras de Imunizações (SBIm) e Pediatria (SBP).
A SBIm e a SBP recomendam, sempre que possível, o uso da vacina meningocócica conjugada ACWY. O esquema deve ser iniciado na rotina aos 3 meses de idade, com duas doses (intervalo de dois meses) e reforços entre os 12 e 15 meses; aos 5 anos e aos 11 anos de idade. Quando há atraso no início do esquema, o número de doses e o intervalo entre elas pode variar, dependendo da vacina utilizada.
Além disso, é importante a aplicação da vacina meningocócica B, igualmente recomendada para crianças a partir de 3 meses e para adolescentes. O esquema varia de acordo com a idade de início da vacinação. Esta vacina pode ser aplicada no mesmo momento em que a vacina meningocócica ACWY.
Redes privadas - As vacinas estão disponíveis para os tipos A, B, C, W e Y da meningite meningocócica.
Rede pública – A vacina disponível é a meningococo C conjugada. Reforço para os adolescentes de 11 anos com ACWY.
Quanto menor a idade, maior a necessidade de doses de vacina para produzir quantidades adequadas de anticorpos contra a Meningite Meningocócica. Portanto, dependendo da idade que seu filho receberá a vacina pela primeira vez, ele deve receber um esquema vacinal diferente. Nós vamos te explicar detalhadamente:
MENINGOCÓCIA ACWY
Rotina: 2 doses, aos 3 e 5 meses de idade. Reforços entre 12 e 15 meses, entre 5 e 6 anos e aos 11 anos de idade.
Para os não vacinados com a vacina com idade acima de 1 ano: 1 dose e 02 reforços entre 5 e 6 anos e aos 11 anos de idade.
Para os não vacinados com idade acima de 5 anos. Indicado duas doses com intervalo de 05 anos entre elas.
MENINGOCÓCICA B
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